Kṛṣṇa at Duryodhana’s House: Refusal of Hospitality and Departure to Vidura (कृष्णस्य धार्तराष्ट्रनिवेशनगमनम्)
पाण्डवा: समबोध्यन्त बाल्यात् प्रभृति केशव । “केशव! बाल्यावस्थासे ही पाण्डव शंख और दुन्दुभियोंकी गम्भीर ध्वनिसे
Vaiśampāyana uvāca | pāṇḍavāḥ samabodhyanta bālyāt prabhṛti keśava | antaṃ dhīrā niṣevante madhyaṃ grāmyasukhapriyāḥ | uttamāṃś ca parikleśān bhogāṃś cātīva mānuṣān |
Vaiśampāyana disse: “Ó Keśava, desde a infância os Pāṇḍavas eram despertados pelo grave estrondo da concha e dos tambores de guerra, pelo doce som do mṛdaṅga e pela melodia da flauta.” Em seguida, enuncia um princípio ético: os firmes buscam o ‘estado final’ da experiência—uma liberdade além do prazer e da dor comuns—ao passo que os apegados aos gozos grosseiros do mundo ficam confinados ao ‘nível médio’ da satisfação. Os verdadeiramente resolutos, tomando até as maiores provações como parte do dever (dharma), suportam-nas de bom grado e, ao fim, alcançam uma plenitude que supera os prazeres meramente humanos. Assim, os sábios sustentam que atingir o estado último além das dualidades é a felicidade real; e que a condição intermediária—presa entre prazer e dor—é, em si, sofrimento.
वैशम्पायन उवाच
The verse contrasts two orientations: the dhīra (steadfast) aim for the ‘final’ state—freedom beyond the swing of pleasure and pain—while those attached to grāmya (worldly) pleasures remain stuck in an intermediate, unstable satisfaction. True happiness is presented as the culmination beyond dualities, reached through disciplined endurance of duty-bound hardships.
Vaiśampāyana addresses Keśava (Kṛṣṇa) and refers to the Pāṇḍavas being awakened from childhood, then uses that setting to introduce a broader reflection on character: how the noble endure hardship for dharma and thereby reach a higher fulfillment than ordinary sensual enjoyment.