भीष्मकृतः पाण्डवपक्ष-महारथ-प्रशंसा
Bhishma’s appraisal of Pandava-aligned chariot-warriors
कुण्डलाभ्यां च दिव्याभ्यां वियुक्त: सततं घृणी । अभिशापाच्च रामस्य ब्राह्मणस्य च भाषणात्
kuṇḍalābhyāṃ ca divyābhyāṃ viyuktaḥ satataṃ ghṛṇī | abhiśāpāc ca rāmasya brāhmaṇasya ca bhāṣaṇāt ||
Bhishma disse: “Privado de seus dois brincos divinos e sempre inclinado ao desprezo, Karna encontra-se diminuído. Pela maldição de Rama (Parashurama) e pela pronúncia da maldição de um brâmane, sua proeza foi afetada; assim, a meu ver, ele já não deve ser contado entre os mais eminentes guerreiros de carro. Quando se engajar contra Arjuna, não escapará com vida.”
भीष्म उवाच
Power and reputation in war are not merely personal claims; they depend on integrity, rightful qualifications, and the moral consequences of one’s actions. Curses here symbolize ethical causality: deception and contempt invite downfall, and even great skill can be undone when dharma is compromised.
In the Udyoga Parva, Bhīṣma assesses Karṇa’s true battle-worthiness. He notes Karṇa’s loss of his divine earrings and recalls the curses of Paraśurāma and a brāhmaṇa, concluding that Karṇa is fatally disadvantaged and will not survive a direct encounter with Arjuna.