Atithi-satkāra and the Consolation of Wise Counsel (अतिथिसत्कारः प्रज्ञानवचनस्य च पराश्वासनम्)
अब इन्द्रके पास दोहरी ब्रह्महत्या उपस्थित हुई। उसके भयसे इन्द्रने देवराजपदका परित्याग कर दिया और मानसरोवरके जलनमें उत्पन्न हुई एक शीतल कमलिनीके पास जा पहुँचे। वहाँ अणिमा आदि ऐश्वर्यके योगसे इन्द्र अणुमात्र रूप धारण करके कमलनालकी ग्रन्थिमें प्रविष्ट हो गये
atha indrasya samīpe dvi-vidhā brahmahatyā samupasthitā | tasyā bhayād indro devarājatvaṃ parityajya mānasasarovarasya jalāśaye jātaṃ śītalaṃ kamalinīṃ prati jagāma | tatra aṇimādi-aiśvarya-yogena indro 'ṇumātra-rūpaṃ dhṛtvā kamalanālasya granthiṃ praviṣṭaḥ |
Então uma culpa dupla de brahma-hatyā, o pecado de matar um brâmane, apresentou-se diante de Indra. Aterrorizado, Indra abandonou a soberania dos deuses e foi a um fresco bosque de lótus surgido nas águas do lago Mānasa. Ali, pela mestria ióguica de poderes que começam com aṇimā, assumiu uma forma tão pequena quanto um átomo e escondeu-se no nó de um talo de lótus. O episódio ressalta que nem mesmo o mais alto soberano está além das consequências morais, e que o medo do pecado pode levar à fuga em vez de uma expiação responsável.
तास्त्वाष्ट उवाच क्व गमिष्यथास्यतां तावन्मया सह श्रेयो भविष्यन्तीति
Moral authority does not exempt anyone from the consequences of grave wrongdoing: even Indra, the king of the gods, is shaken by brahmahatyā. The passage highlights the ethical weight of brahmin-slaying and suggests that evasion born of fear is a flawed response compared to facing responsibility and seeking proper expiation.
A twofold brahmahatyā approaches Indra, frightening him. He relinquishes his divine kingship, goes to Lake Mānasasarovara, and using the siddhi of aṇimā becomes minute and hides inside a knot of a lotus-stalk in a cool lotus-grove.