Adhyāya 325: Nārada in Śvetadvīpa—Stotra to the Nirguṇa Mahātman
प्रावेशयत् ततः कक्ष्यां तृतीयां राजवेश्मन: । थोड़ी ही देरमें राजमन्त्री हाथ जोड़े हुए वहाँ पधारे और उन्हें अपने साथ महलकी तीसरी ड्योढ़ीमें ले गये ।।
prāveśayat tataḥ kakṣyāṃ tṛtīyāṃ rājaveśmanaḥ | tatrāntaḥpurasambaddhaṃ mahac caitrarathopamam |
Bhīṣma disse: “Então o ministro o conduziu ao terceiro pátio interior do palácio real. Ali, junto aos aposentos das mulheres, havia um jardim vasto e de beleza primorosa, encantador como o célebre bosque de Caitraratha. Nele existiam muitos tanques separados, feitos para jogos de água, e o parque gracioso resplandecia com árvores em plena floração. Esse excelente jardim chamava-se Pramadāvana; o ministro levou Śukadeva para dentro dele.”
भीष्म उवाच
The passage highlights royal hospitality and the deliberate staging of worldly splendor—palace courts, inner gardens, and pleasure-ponds—often used in epic narratives to contrast external luxury with inner discipline, testing whether a visitor (here, Śukadeva) remains steady in dharma and detachment amid temptations.
A royal minister escorts Śukadeva through the palace into the third inner precinct. Adjacent to the antaḥpura lies a magnificent garden likened to Caitraratha, filled with separate ponds for water-play and blooming trees. The garden is named Pramadāvana, and Śukadeva is led inside.