नारद–शुक संवादः (Nārada–Śuka Dialogue): Tyāga, Saṃyama, and Vyakta–Avyakta Viveka
यावद्धि प्रलयस्तात सूक्ष्मेणाष्टगुणेन ह । योगेन लोकान् विचरन् सुखं संन्यस्य चानघ,प्रिय निष्पाप भूपाल! जबतक मृत्यु न हो जाय, तबतक ही योगी योगबलसे स्थूल शरीरको यहीं छोड़कर अष्टविध ऐश्वर्यसे युक्त सूक्ष्मशरीरके द्वारा लोक-लोकान्तरोंमें सुखपूर्वक विचरण करता है
yāvad dhi pralayas tāta sūkṣmeṇāṣṭaguṇena ha | yogena lokān vicaran sukhaṃ saṃnyasya cānagha ||
Yājñavalkya disse: “Amado, ó irrepreensível, até que chegue o tempo do pralaya (a morte), o iogue—tendo deixado aqui o corpo grosseiro—percorre com alegria diversos mundos pelo poder do yoga, num corpo sutil dotado de excelência óctupla. O sentido é este: a renúncia disciplinada e o domínio do yoga podem libertar das limitações corporais comuns, mas essa liberdade é limitada pelo termo cósmico do pralaya; por isso, deve-se buscar o yoga com pureza e desapego, e não apenas por maravilhar-se com a viagem sobrenatural.”
याज़्ञवल्क्य उवाच
Through yoga and renunciation, a yogin can function apart from the gross body and experience mobility in a subtle body endowed with extraordinary capacities; yet such powers remain within the limits of time and dissolution (pralaya). The ethical emphasis is detachment and purity, not fascination with power.
Yājñavalkya is explaining to his addressee the yogic condition in which the practitioner, leaving the gross body behind, roams among different worlds by yogic force in a subtle, eightfold-endowed form, continuing so until the destined end (pralaya/death).