Adhyāya 284: Tapas as a Corrective to Household Attachment
Parāśara’s Instruction
मृत्यु, क्षुर॒ .छेदन करनेका शस्त्र), कृत्य (छेदन करने योग्य), पक्ष (मित्र) तथा अपक्ष- क्षयंकर (शत्रुपक्षका नाश करनेवाले) भी आप ही हैं। आप मेघके समान काले, बड़ी-बड़ी दाढ़ोंवाले और प्रलयकालीन मेघ हैं ।।
mṛtyuḥ kṣuraś chedana-karaṇaṃ śastraṃ kṛtyaṃ chedana-yogyaṃ pakṣaḥ mitram apakṣa-kṣayaṅkaraḥ śatru-pakṣa-nāśakaś ca tvam eva | tvam megha-samaḥ kālaḥ mahā-dāḍhāḥ pralayakālīya-meghaḥ || ghaṇṭo ’ghaṇṭo ghaṭī ghaṇṭī carucelī milī-milī | brahma-kāyikam agnīnāṃ daṇḍī muṇḍas tri-daṇḍa-dhṛk tvam eva ||
Bhīṣma disse: “Só Tu és a Morte; és a arma, afiada como navalha, que corta; és o ato de cortar e também aquilo que deve ser cortado; és o aliado e o destruidor do lado inimigo. Escuro como nuvem de chuva, de presas terríveis, és como as nuvens do pralaya. És também chamado Ghaṇṭa e Aghaṇṭa, Ghaṭī e Ghaṇṭī—poderes que se manifestam e se ocultam, que prendem os seres aos frutos do karma e ressoam pelos mundos; és Carucelī, que brinca com os viventes, e Milī-milī, que permeia tudo como princípio causal. És Brahman; és as próprias formas dos fogos sagrados; és o portador do bastão, o asceta de cabeça raspada e o portador do triplo bastão.”
भीष्म उवाच
The verse identifies the supreme principle as both terrifying and sustaining: Death and Time, ally and destroyer, manifest and unmanifest. Ethically, it frames worldly power and mortality as expressions of a single cosmic order, urging humility and surrender to dharma rather than ego-driven control.
In Śānti Parva, Bhīṣma—lying on the bed of arrows—utters a hymn-like sequence of divine epithets. Here he praises the deity as the force behind destruction, karmic fruition, and ascetic discipline, using dense names and images (cloud-dark, pralaya, bells/time-measures) to convey omnipresence and sovereignty.