स््नातकानामिदं शास्त्र वाच्यं पुत्रानुशासनम् । तदिदं नाप्रशान्ताय नादान्तायातपस्विने,बेटा! व्रतधारी स्नातकोंको ही तुम इस मोक्ष-शास्त्रका उपदेश करना। जिसका मन शान्त नहीं है, जिसकी इन्द्रियाँ वशमें नहीं हैं तथा जो तपस्वी नहीं है, उसे इस ज्ञानका उपदेश नहीं करना चाहिये गुणान् नेनीयते बुद्धिर्बुद्धिरेवेन्द्रियाण्यपि । मनः:षष्ठानि सर्वाणि बुद्धयभावे कुतो गुणा:
vyāsa uvāca | snātakānām idaṃ śāstraṃ vācyaṃ putrānuśāsanam | tad idaṃ nāpraśāntāya nādāntāyātapasmine | guṇān nenīyate buddhir buddhir evendriyāṇy api | manaḥ-ṣaṣṭhāni sarvāṇi buddhy-abhāve kuto guṇāḥ ||
Vyāsa disse: Este ensinamento—uma instrução destinada aos filhos—deve ser transmitido àqueles que concluíram a vida estudantil disciplinada e vivem por votos. Esta doutrina de libertação não deve ser ensinada a quem não tem a mente tranquila, não refreou os sentidos e não se dedica à austeridade. Pois é pelo intelecto (buddhi) que alguém é conduzido às virtudes, e é o intelecto que governa também os sentidos. Uma vez que a mente e as demais faculdades (seis ao todo) dependem da presença do intelecto, como poderiam surgir virtudes onde falta o verdadeiro discernimento?
व्यास उवाच
Liberation-teaching should be given only to a qualified, disciplined recipient: one who is calm, self-restrained, and committed to tapas. Virtue and self-mastery depend on buddhi (discernment); without it, the mind and senses cannot be rightly governed, and ethical qualities do not take root.
In the Śānti Parva’s instructional setting, Vyāsa lays down a rule of transmission: this ‘instruction to a son’—a mokṣa-oriented doctrine—is to be taught selectively. He justifies this by explaining the inner hierarchy: buddhi guides virtues and regulates the senses; without discernment, the mental-sensory complex cannot sustain dharmic qualities.