दमप्रशंसा — Praise of Self-Restraint
Dama
इन्द्रियोंकी उत्पत्ति और लय--ये दोनों कार्य रजोगुणमें ही होते हैं। विद्वान् पुरुष शास्त्रदृष्टिसे इन बातोंकी भलीभाँति परीक्षा करके यथोचित आचरण करे ।।
indriyāṇāṁ utpattiḥ layaś ca—ete ubhau kāryau rajoguṇe eva bhavataḥ | vidvān puruṣaḥ śāstradṛṣṭyā etāḥ kathāḥ samyak parīkṣya yathocitam ācaret || jñānendriyāṇi indriyārthān na upasarpanti atṛṣṇulam | hīnaiḥ karaṇaiḥ dehī na dehaṁ punaḥ arhati ||
Bhīṣma explica que o surgimento e a dissolução dos sentidos são funções enraizadas em rajas (a qualidade da atividade e da agitação). Por isso, o sábio deve examiná-las cuidadosamente com o olhar das escrituras e então agir de modo apropriado. Quando não há desejo, os sentidos cognitivos já não correm para os seus objetos; e quando o ser encarnado se liberta do apego aos objetos dos sentidos—como se seus instrumentos se enfraquecessem—ele não volta a assumir outro corpo.
भीष्म उवाच
Craving drives the senses outward and sustains embodied existence; when thirst for objects is extinguished and the senses no longer pursue their targets, the basis for further embodiment (rebirth) is removed. Hence one should examine this through śāstra and practice appropriate restraint and detachment.
In the Shanti Parva’s instruction section, Bhishma continues his counsel on inner discipline and liberation-oriented ethics, explaining how the guṇas—especially rajas—relate to the activity of the senses and how freedom from desire leads toward release from repeated embodiment.