अव्यक्त–व्यक्त–कारणकार्यविवेकः
Avyakta–Vyakta and Causality: Discrimination of Field and Knower
विषयोंके संसर्गसे, सदा उन्हींमें रचे-पचे रहनेसे तथा मनके द्वारा साधनके विपरीत भोगोंकी इच्छा रखनेसे पुरुषको परब्रह्म परमात्माकी प्राप्ति नहीं होती है ।।
bhīṣma uvāca | viṣayāṇāṃ saṃsargāt sadā teṣv eva race-pace bhāvāt tathā manasā sādhanaviparītān bhogān icchato narasya parabrahma-paramātmaprāptir na bhavati || jñānam utpadyate puṃsāṃ kṣayāt pāpasya karmaṇaḥ | yathā darpaṇatale prakhye paśyaty ātmānam ātmani ||
Disse Bhīṣma: Ao associar-se aos objetos dos sentidos, ao permanecer constantemente absorvido neles, e ao deixar que a mente deseje gozos contrários aos verdadeiros meios de realização, a pessoa não alcança o Brahman Supremo, o Paramātman. O conhecimento nasce no interior humano somente quando a ação pecaminosa se esgota e é purificada. Assim como só se vê com nitidez o próprio reflexo num espelho limpo e brilhante, do mesmo modo o Si é discernido quando o instrumento interior é limpo de toda má conduta.
भीष्म उवाच
Attachment to sense-objects and craving for pleasures that oppose spiritual discipline blocks realization of the Supreme; true knowledge dawns only when sinful karma is purified, making the mind like a clean mirror capable of reflecting the Self.
In the Shanti Parva’s instruction section, Bhishma continues advising on liberation-oriented dharma: he contrasts sensory entanglement with inner purification, using the mirror metaphor to explain how moral cleansing enables self-knowledge.