Adhyāya 2: Nārada’s Disclosure—Karṇa’s Training and the Brahmin’s Curse (Śānti-parva)
उस पर्वतपर भृगुश्रेष्ठ परशुरामजीसे विधिपूर्वक धनुर्वेद सीखकर कर्ण उसका अभ्यास करने लगा। वह देवताओं, दानवों एवं राक्षसोंका अत्यन्त प्रिय हो गया ।।
sa kadācit samudrānte vicarann āśramāntike | ekaḥ khaḍga-dhanuṣ-pāṇiḥ paricakrāma sūryajaḥ ||
Naquela montanha, Karṇa aprendeu devidamente o Dhanurveda — a ciência do arco — com Paraśurāma, o mais eminente entre os Bhṛgus, e passou a exercitá-lo. Tornou-se extremamente querido aos deuses, aos Dānavas e aos Rākṣasas. E certa vez, Karṇa, filho do Sol, vagava sozinho perto de um āśrama à beira-mar, trazendo na mão o arco, as flechas e a espada. A cena ressalta sua disciplina solitária e sua constante prontidão nas armas, como uma vida moldada pelo treino marcial e pela busca da destreza, mesmo longe do campo de batalha.
नारद उवाच
The verse highlights the ideal of sustained self-discipline for a kṣatriya: even in solitude and away from conflict, one remains vigilant, trained, and prepared. Ethically, it points to how character is formed through habitual practice rather than only through public acts.
Nārada describes Karṇa walking alone near a hermitage by the ocean, armed with bow and sword. It sets the scene for subsequent events by placing Karṇa in a liminal, quiet setting—close to ascetic space (āśrama) yet marked by martial identity (weapons).