Dama-pradhāna-dharma (Self-restraint as the Root of Dharma) — Śānti-parva 154
अहो! पुत्रके वियोगसे पीड़ित हो मृतकोंके इस शून्य स्थानमें आकर अत्यन्त दुःखसे रोने-बिलखनेवाले इन भूतलवासी मनुष्योंके हृदयमें बछड़ोंसे रहित हुई गायोंकी भाँति कितना शोक होता है? इसका अनुभव मुझे आज हुआ है; क्योंकि इनके स्नेहको निमित्त बनाकर मेरी आँखोंसे भी आँसू बहने लगे हैं ।।
aho! putrake viyogena pīḍito mṛtakānām asmin śūnye sthāne āgatya atyanta-duḥkhena rorūyamāṇānām imān bhūtalavāsinaḥ manuṣyānāṁ hṛdaye vatsair rahitāḥ gāva iva kīdṛśaḥ śoko bhavati? tad anubhūtaṁ mayā adya; eteṣāṁ snehān nimittaṁ kṛtvā mama api akṣibhyāṁ aśrūṇi pravṛttāni. yatno hi satataṁ kāryaḥ, tato daivena siddhyati; daivaṁ puruṣakāraś ca kṛtāntena upapadyate.
Jambuka disse: “Ai! Hoje vim a conhecer que tristeza enche os corações dos homens que habitam a terra—quando, atormentados pela separação de um filho, chegam a este lugar desolado dos mortos e, vencidos pela dor, choram e se lamentam—como vacas privadas de seus bezerros. O afeto deles tornou-se a própria causa de que também as minhas lágrimas corressem. Portanto, deve-se perseverar sempre no esforço para alcançar o que se deseja; então, pela conjunção do destino, o êxito é obtido. Destino e empenho humano, ambos, encontram seu cumprimento por meio do Tempo (o curso ordenado).”
जम्बुक उवाच
The verse teaches a balanced view: one must continually exert effort (puruṣakāra/yatna), yet success also depends on destiny (daiva). Both are ultimately realized through Time (kṛtānta), the larger ordained order in which outcomes mature.
Jambuka observes people grieving intensely in a desolate place associated with death, especially those suffering separation from a beloved son. Moved by their affection and sorrow, he himself begins to weep, and then reflects on the relation between human effort, destiny, and Time.