Śaraṇāgatapālana—Prastāvanā
Protection of the Refuge-Seeker: Opening of the Kapota Narrative
चारस्त्वविदित: कार्य आत्मनो5थ परस्य च | पाषण्डांस्तापसादीं श्र परराष्टरे प्रवेशयेत्
cāras tv aviditaḥ kārya ātmanaḥ atha parasya ca | pāṣaṇḍāṁs tāpasādīn śatru-pararāṣṭre praveśayet ||
Bhīṣma disse: Deve-se empregar espiões desconhecidos e irreconhecíveis, tanto no próprio reino quanto no do outro (o inimigo). Nos reinos inimigos e em terras estrangeiras, devem-se enviar como agentes aqueles que se disfarcem de hereges ou de ascetas e semelhantes, para que a informação seja colhida sem despertar suspeitas. O conselho enquadra a arte de governar como um dever de cautela: a proteção do reino pode exigir segredo, mas deve visar a segurança, não o dano gratuito.
भीष्म उवाच
A king should maintain an intelligence system using agents who are not publicly known, and in hostile or foreign territories such agents may adopt socially credible disguises (like ascetics) to gather information discreetly; the aim is protection of the realm through prudent vigilance.
In the Śānti Parva’s instruction on rājadharma, Bhīṣma advises Yudhiṣṭhira on practical governance, specifically how to deploy spies in one’s own kingdom and infiltrate enemy lands using inconspicuous, trusted-looking personas.