Satya–Anṛta Viveka (Discrimination between Truth and Falsehood) | सत्य–अनृत विवेकः
(अहिंसा सत्यमक्रोधस्तपो दानं दमो मति: । अनसूयाप्यमात्सर्यमनीर्ष्पा शीलमेव च ।।
bhīṣma uvāca | ahiṃsā satyam akrodhas tapo dānaṃ damo matiḥ | anasūyāpy amātsaryam anīrṣyā śīlam eva ca || eṣa dharmaḥ kuruśreṣṭha kathitaḥ parameṣṭhinā | brahmaṇā devadevena ayaṃ caiva sanātanaḥ || asmin dharme sthito rājan naro bhadrāṇi paśyati |
Disse Bhishma: A não violência, a veracidade, a ausência de ira, a austeridade, a generosidade, o autocontrole, a clareza do entendimento, não procurar faltas nos outros, a ausência de inveja e ciúme, e a prática de uma conduta nobre—isso constitui o Dharma. Ó o melhor dos Kurus, este Dharma foi declarado pelo Senhor Supremo, Brahmā, o deus dos deuses, e é de fato eterno. Ó rei, aquele que permanece firme neste Dharma eterno vem a contemplar o que é auspicioso e verdadeiramente benéfico.
भीष्म उवाच
Bhishma defines an eternal, universal Dharma as a set of inner and outer virtues—non-violence, truth, freedom from anger, austerity, generosity, self-restraint, clear understanding, non-fault-finding, and freedom from envy—taught by Brahmā; abiding in these leads to genuine welfare.
In the Shanti Parva instruction to King Yudhiṣṭhira after the war, Bhishma continues his discourse on righteous living, listing foundational virtues and grounding them in divine authority by attributing them to Brahmā as the eternal Dharma.