उसने बलपूर्वक धैर्य धारण करके ब्रह्मास्त्र प्रकट किया। यह देख अर्जुनने भी ऐन्द्रासत्रको अभिमन्त्रित किया ।। गाण्डीवं ज्यां च बाणांश्व सोडनुमन्त्रय परंतप: । व्यसृजच्छरवर्षाणि वर्षाणीव पुरन्दर:,शत्रुओंको संताप देनेवाले अर्जुनने गाण्डीव धनुष, प्रत्यंचा और बाणोंको भी अभिमन्त्रित करके वहाँ शरसमूहोंकी उसी प्रकार वर्षा आरम्भ कर दी, जैसे इन्द्र जलकी वृष्टि करते हैं
sañjaya uvāca | sa balapūrvakaṁ dhairyaṁ dhārayitvā brahmāstraṁ prāduścakāra | tad dṛṣṭvā arjuno 'pi aindrāstram abhimantrya | gāṇḍīvaṁ jyāṁ ca bāṇāṁś ca soḍhum amantrya parantapaḥ | vyasṛjac charavarṣāṇi varṣāṇīva purandaraḥ ||
Disse Sañjaya: Firmando-se numa resolução forçada, ele fez surgir o Brahmāstra. Ao ver isso, Arjuna também consagrou com mantras a arma de Indra. O flagelo dos inimigos, tendo consagrado o arco Gāṇḍīva, sua corda e as flechas para suportarem a tensão, desencadeou chuvas de dardos—como Purandara (Indra) derrama a chuva. A cena enquadra uma sombria tensão ética: numa guerra em que a contenção é uma forma de dharma, a escalada a armas divinas é respondida não com pânico, mas com um controle disciplinado e ritual do poder.
संजय उवाच
Power in itself is not praised; disciplined control is. The verse highlights that even in extreme conflict, a warrior’s dharma includes steadiness (dhairya) and responsible, mantra-governed deployment of force—answering escalation with composed competence rather than uncontrolled rage.
An opponent manifests the Brahmāstra. Arjuna, seeing this, invokes the Indra-weapon and, after empowering his bow, string, and arrows through mantra, releases a dense rain of arrows, compared to Indra’s rainfall.