राजानं विदुरश्नापि प्रज्ञाचक्षुषमी श्वरम् । आश्वासयामास तदा सिज्चंस्तोयेन कौरवम्
rājānaṃ viduraś cāpi prajñācakṣuṣam īśvaram | āśvāsayām āsa tadā siñcann toyena kauravam ||
Disse Vaiśampāyana: Então Vidura também procurou consolar o rei—Dhṛtarāṣṭra, o senhor dos Kaurava, cego no corpo mas dotado de discernimento interior—aspergindo-o com água para reanimá-lo e firmá-lo. A cena ressalta o dever compassivo de Vidura: mesmo em meio ao colapso moral trazido pela guerra, ele age para restaurar a compostura e conduzir o governante de volta à clareza e à contenção.
वैशम्पायन उवाच
Even in catastrophic circumstances, dharmic conduct includes compassionate care and steadying counsel. Vidura’s act—reviving and consoling the shaken king—models ethical responsibility: restoring clarity and self-control in a ruler is itself a form of service to dharma.
Vaiśampāyana narrates that Vidura approaches Dhṛtarāṣṭra, who is overwhelmed, and tries to bring him back to composure by consoling him and sprinkling water on him—an immediate, practical gesture to revive and calm the king.