
Chapter Arc: संजय धृतराष्ट्र को बताता है कि द्रोण-पर्व के इस अध्याय में तीन मोर्चों पर एक साथ घोर संग्राम भड़क उठा—दुःशासन बनाम सहदेव, कर्ण बनाम भीमसेन, और द्रोणाचार्य बनाम अर्जुन; रणभूमि मानो एक ही क्षण में तीन अग्निकुंड बन जाती है। → सहदेव अपनी तीव्र फुर्ती से दुःशासन के सारथी/रथ-व्यवस्था पर निर्णायक प्रहार करता है—ऐसा कि न दुःशासन, न कोई सैनिक उसे रोक पाता। उधर भीम और कर्ण वेग से एक-दूसरे पर टूट पड़ते हैं; गदा-युद्ध में रथ, ध्वजा, कूबर—सब लक्ष्य बनते हैं। तीसरे मोर्चे पर द्रोण दिव्यास्त्रों की वर्षा कर अर्जुन को दबाने का प्रयास करते हैं, और अर्जुन विधिपूर्वक प्रतिअस्त्रों से उन्हें निष्फल करता जाता है। → भीमसेन अपनी गदा से कर्ण के रथ के कूबर को तोड़कर ‘शतधा’ कर देता है—अद्भुत दृश्य; साथ ही द्रोण और अर्जुन के बीच दिव्यास्त्रों का चरम आदान-प्रदान होता है—ऐन्द्र, पाशुपत, त्वाष्ट्र, वायव्य, वारुण आदि अस्त्र द्रोण के धनुष से छूटते हैं और धनंजय उन्हें तत्क्षण काट/शांत कर देता है। द्रोण मन-ही-मन अर्जुन की प्रशंसा करते हैं—गुरु-शिष्य का युद्ध अपने शिखर पर पहुँचता है। → सहदेव का त्वरित प्रहार पाण्डव-पक्ष का मनोबल बढ़ाता है; भीम-कर्ण का गदा-संघर्ष निर्णायक चोटों के बावजूद चलता रहता है—कर्ण भीम की गदा उठाकर प्रत्याघात करता है, पर भीम दूसरी गदा से उसे रोक देता है। द्रोण, प्रयत्न करते हुए भी, अर्जुन द्वारा रोके जाने पर प्रसन्न-हास्य सहित उसे प्रत्यवारित करते हैं—युद्ध थमता नहीं, केवल अगले आवेग के लिए साँस लेता है। → तीनों द्वंद्वों में कोई अंतिम निर्णय नहीं—कर्ण-भीम और द्रोण-अर्जुन की टक्कर अगले क्षण और अधिक उग्र होने का संकेत देती है।
Verse 1
शीश >> श््जु भ्निध्ररॉभ्राध्यस अष्टा शीर्त्याधिकशततमोब् ध्याय: दुःशासन और सहदेवका
Sañjaya disse: Ó rei! Então Duhshasana, inflamado de ira, investiu contra Sahadeva. Com a velocidade feroz de seu carro, parecia fazer a própria terra tremer—sinal da escalada implacável do combate, quando a cólera leva o guerreiro a buscar domínio, não contenção.
Verse 2
तस्यापतत एवाशु भल््लेनामित्रकर्शन: । माद्रीपुत्र: शिरो यन्तु: सशिरस्त्राणमच्छिनत्,उसके आते ही शत्रुसूदन माद्रीकुमार सहदेवने शीघ्र ही एक भल्ल मारकर दुःशासनके सारथिका मस्तक शिरस्त्राणसहित काट डाला
Sañjaya disse: Quando ele investia, Sahadeva—filho de Mādrī, subjugador de inimigos—atingiu de pronto com uma flecha bhalla e decepou a cabeça do cocheiro, elmo e tudo. A cena ressalta o ímpeto implacável da batalha, em que habilidade e determinação se exercem sem pausa, embora o peso moral da violência paire sobre cada ato decisivo.
Verse 3
नैनं दुःशासन: सूतं नापि कश्चन सैनिक: । कृत्तोत्तमाड़माशुत्वात् सहदेवेन बुद्धवान्
Sañjaya disse: Nem Duhshasana nem qualquer outro soldado percebeu—tão rápido e habilidoso agiu o sábio Sahadeva—quando golpeou e decepou a cabeça do cocheiro. O episódio mostra como, no caos da guerra, a velocidade e a precisão tática podem ocultar até um grave ato de violência, acentuando a tensão ética entre a necessidade do campo de batalha e o custo humano suportado por combatentes não régios, como os cocheiros.
Verse 4
यदा त्वसंगृहीतत्वात् प्रयान्त्यश्वा यथासुखम् | ततो दुःशासन: सूतं बुबुधे गतचेतसम्,जब रास छूट जानेके कारण घोड़े अपनी मौजसे इधर-उधर भागने लगे, तब दुःशासनको यह ज्ञात हुआ कि मेरा सारथि मारा गया
Disse Sañjaya: Quando, por não haver quem segurasse as rédeas, os cavalos começaram a correr de um lado para outro como bem queriam, então Duḥśāsana percebeu que seu sūta, o cocheiro, perdera os sentidos—como se estivesse morto ou incapacitado—e que o carro ficara sem controle.
Verse 5
स हयान् संनिगृह्माजी स्वयं हयविशारद: । युयुधे रथिनां श्रेष्ठो लघु चित्र च सुष्ल च
Disse Sañjaya: Hábil no manejo dos cavalos, ele mesmo conteve e dominou as parelhas no campo de batalha. Aquele, o mais eminente entre os guerreiros de carro, combateu com rapidez, executando manobras variadas e bem conduzidas.
Verse 6
तदस्यापूजयन् कर्म स्वे परे चापि संयुगे । हतसूतरथेनाजौ व्यचरद् यदभीतवत्
Disse Sañjaya: No combate, tanto os seus quanto os adversários louvaram aquele feito. Pois, embora seu cocheiro tivesse sido morto, ele se movia no fragor da luta como se fosse destemido.
Verse 7
सारथिके मारे जानेपर भी दुःशासन उस रथके द्वारा युद्धभूमिमें निर्भय-सा विचरता रहा; उसके इस कर्मकी अपने और शत्रुपक्षके लोगोंने भी प्रशंसा की ।।
Disse Sañjaya: Embora seu cocheiro tivesse sido morto, Duḥśāsana continuou a percorrer o campo de batalha em seu carro como se não temesse; e esse feito foi elogiado tanto pelos seus quanto pelos inimigos. Mas Sahadeva cobriu aqueles cavalos com uma chuva de flechas agudas. Atormentados pelos dardos, eles logo dispararam e se espalharam em várias direções.
Verse 8
स रश्मिषु विषक्तत्वादुत्ससर्ज शरासनम् | धनुषा कर्म कुर्वस्तु रश्मींश्ष॒ पुनरुत्सूजत्
Disse Sañjaya: Por estar enaranhado nas rédeas, ele largou o arco; e quando tentava agir com o arco, era compelido a soltar novamente as rédeas. Assim, no aperto da batalha, não conseguia manejar ao mesmo tempo os cavalos e a arma.
Verse 9
छिद्रेष्वेतेषु तं बाणैर्माद्रीपुत्रो 5 भ्यवाकिरत् । परीप्संस्त्वत्सुतं कर्णस्तदन््तरमवाप तत्
Sañjaya disse: “Ao encontrar aquelas aberturas na defesa inimiga, Sahadeva, filho de Mādrī, cobriu-o com uma chuva de flechas, como se o envolvesse por completo. Nesse momento, Karṇa—buscando proteger teu filho—irrompeu na brecha e tomou posição entre ambos.”
Verse 10
वृकोदरस्तत: कर्ण त्रिभिर्भल्लै: समाहित: । आकर्णपूर्णरभ्यघ्नद् बाह्वोरुगसि चानदत्
Sañjaya disse: “Então Vṛkodara (Bhīma), firmando a mira em Karṇa, retesou o arco até a orelha e o atingiu com três flechas agudas, abrindo feridas profundas em ambos os braços e no peito. Após esses golpes, Bhīma rugiu em alta voz.”
Verse 11
स निवृत्तस्तत: कर्ण: संघट्टधित इवोरग: । भीममावारयामास विकिरन् निशितान् शरान्,तदनन्तर पैरोंसे कुचले गये सर्पके समान कुपित हो कर्ण लौट पड़ा और तीखे बाणोंकी वर्षा करके भीमको रोकने लगा
Sañjaya disse: “Então Karṇa voltou-se—como uma serpente enfurecida após ser pisada—e conteve o avanço de Bhīma, espalhando uma chuva de flechas cortantes.”
Verse 12
ततो<भूत् तुमुलं युद्ध भीमराधेययोस्तदा । तौ वृषाविव नर्दन्तौ विवृत्तनयनावुभौ
Sañjaya disse: “Então irrompeu uma batalha tumultuosa entre Bhīma e Rādheya (Karṇa). Ambos, com os olhos distorcidos pela fúria e cravados um no outro, bramaram como dois touros.”
Verse 13
वेगेन महतान्योन्यं संरब्धावभिपेततु: । अभिसंश्शलिष्टयोस्तत्र तयोराहवशौण्डयो:
Sañjaya disse: “Impulsionados por enorme velocidade e feroz determinação, os dois investiram um contra o outro. Ali, ao se aproximarem e se engalfinharem de perto, aqueles dois campeões, versados nos caminhos da guerra, encontraram-se num choque cerrado e violento.”
Verse 14
गदया भीमसेनस्तु कर्णस्य रथकूबरम्
Sañjaya disse: Com sua maça, Bhīmasena golpeou o timão/viga estrutural do carro de Karṇa, buscando inutilizar o veículo e, assim, conter o ímpeto do guerreiro no caos da batalha. O gesto revela uma escolha tática na guerra: desativar o meio do dano em vez de apenas trocar golpes, ainda que dentro das duras necessidades do campo de combate.
Verse 15
ततो भीमस्य राधेयो गदामाविध्य वीर्यवान्
Sañjaya disse: Então o poderoso Rādheya (Karṇa), fazendo girar sua maça, avançou contra Bhīma—imagem de uma fúria que se intensifica na batalha, onde força e determinação são provadas sob o peso moral de uma guerra entre parentes.
Verse 16
ततो भीम: पुनर्गुर्वी चिक्षेपाधिरथेर्गदाम्
Sañjaya disse: Então Bhīma, sem se deixar abalar, lançou mais uma vez sua pesada maça contra o grande guerreiro do carro. O verso ressalta a escalada incessante da força na batalha—quando o valor e a ira impulsionam ataques repetidos, enquanto o peso ético da violência se acumula no campo do dharma.
Verse 17
तां गदां बहुभि: कर्ण: सुपुड्खै: सुप्रवेजितै: । प्रत्यविध्यत् पुनश्चान्यै: सा भीम॑ पुनराव्रजत्
Sañjaya disse: Karṇa atingiu aquela maça repetidas vezes com muitas flechas—bem emplumadas e impelidas com grande força—mas a maça, embora contida por seus dardos, ainda assim voltou na direção de Bhīma. A cena ressalta o ímpeto implacável da batalha: perícia e vigor enfrentam uma determinação inabalável, e nem a obstrução repetida desvia com facilidade um ataque decidido.
Verse 18
तत्पश्चात् उन्होंने अधिरथपुत्र कर्णपर पुनः एक भारी गदा छोड़ी। परंतु कर्णने तेज किये हुए सुन्दर पंखवाले दूसरे-दूसरे बहुत-से बाण मारकर उस गदाको बींध डाला। इससे वह पुनः भीमपर ही लौट आयी ।।
Sañjaya disse: Depois disso, Bhīma arremessou mais uma enorme maça contra Karṇa, filho de Adhiratha. Mas Karṇa, com muitas flechas velozes e de belo emplumamento, perfurou aquela maça e a impeliu de volta; e, pelo ricochete, ela retornou novamente na direção de Bhīma. No choque de proezas, o verso realça a perícia disciplinada e a presença de espírito do guerreiro: o poder é contido pela precisão, e a violência recai sobre quem a desencadeia.
Verse 19
स कर्ण सायकानष्टौ व्यसृजत् क्रोधमूर्च्छित:
Sañjaya disse: Tomado por um ímpeto de ira, Karṇa disparou oito flechas.
Verse 20
तैस्तस्य निशितैस्ती&$णैरभीमसेनो महाबल: । चिच्छेद परवीरघ्न: प्रहसन्निव भारत
Sañjaya disse: Com aquelas flechas agudas e cortantes, o poderoso Bhīmasena—matador dos heróis inimigos—decepou as armas do adversário, como se risse, ó Bhārata.
Verse 21
ध्वजं शरासनं चैव शरावापं च भारत । तब क्रोधसे व्याकुल हुए भीमसेनने कर्णको आठ बाण मारे। भारत! शत्रुवीरोंका संहार करनेवाले महाबली भीमसेनने हँसते हुए-से उन तेज धारवाले तीखे बाणोंद्वारा कर्णके ध्वज धनुष और तरकसको काट गिराया ।।
Sañjaya disse: Ó Bhārata, com flechas agudas Bhīmasena, embora agitado pela ira, atingiu Karṇa e derrubou seu estandarte, seu arco e sua aljava. Karṇa então tomou outro arco, de dorso dourado e difícil de vencer; e depois o filho de Rādhā matou rapidamente, com as flechas postas em seu carro, os cavalos escuros de Bhīmasena, negros como ursos, bem como os dois guardas laterais.
Verse 22
ततः पुनस्तु राधेयो हयानस्य रथेषुभि: । ऋक्षवर्णाञ्जघानाशु तथोभौ पार्ष्णिसारथी
Sañjaya disse: Então, mais uma vez, Rādheya (Karṇa) abateu rapidamente, com flechas disparadas de seu carro, os cavalos de Bhīmasena, da cor de ursos; e também matou depressa os dois guardas laterais e o cocheiro.
Verse 23
स विपन्नरथो भीमो नकुलस्याप्लुतो रथम् | हरिर्यथा गिरे: शूड़ं समाक्रामदरिंदम:,इस तरह रथ नष्ट हो जानेसे शत्रुदमन भीमसेन जैसे सिंह पर्वतके शिखरपर चढ़ जाता है, उसी प्रकार उछलकर नकुलके रथपर जा बैठे
Sañjaya disse: Quando sua própria carruagem foi destruída, Bhīma—subjugador de inimigos—saltou e montou na carruagem de Nakula, como um leão que se lança ao cume de uma montanha.
Verse 24
तथा द्रोणार्जुनौ चित्रमयुध्येतां महारथौ । आचार्यशिष्यौ राजेन्द्र कृतप्रहरणौ युधि
Sañjaya disse: “Assim também, ó rei, os dois grandes guerreiros de carro, Droṇa e Arjuna—mestre e discípulo—lutaram naquele campo de batalha de modo maravilhoso, golpeando-se mutuamente no combate.”
Verse 25
लघुसंधानयोगाभ्यां रथयोश्व रणेन च । मोहयन्तौ मनुष्याणां चक्षूंषि च मनांसि च,शीघ्रतापूर्वक बाणोंके संधान और रथोंके योगसे अपने संग्रामद्वारा वे दोनों वीर लोगोंके नेत्रों और मनको भी मोह लेते थे
Sañjaya disse: “Pela habilidade veloz de ajustar as flechas ao arco, pela coordenação disciplinada de seus carros e pelo próprio modo de lutar, aqueles dois heróis deixavam os espectadores atônitos—cativando tanto os olhos quanto as mentes dos homens.”
Verse 26
उपारमन्त ते सर्वे योधा भरतसत्तम । अदृष्टपूर्व पश्यन्तस्तद् युद्ध गुरुशिष्ययो:,भरतश्रेष्ठ! गुरु और शिष्यके उस अपूर्व युद्धको देखते हुए सब योद्धा संग्रामसे विरत हो गये
Sañjaya disse: “Ó melhor dos Bhāratas, todos aqueles guerreiros cessaram de lutar ao contemplarem aquele combate sem precedentes entre mestre e discípulo.”
Verse 27
विचित्रान् पृतनामध्ये रथमार्गनुदीर्य तौ । अन्योन्यमपसव्यं च कर्तु वीरौ तदेषतु:,वे दोनों वीर सेनाके बीचमें रथके विचित्र पैंतरे प्रकट करते हुए उस समय एक-दूसरेको दायें कर देनेकी चेष्टा करने लगे
Sañjaya disse: “No meio dos exércitos, os dois heróis exibiram manobras maravilhosas de carro, traçando percursos intrincados; e cada um buscava forçar o outro a ficar à sua esquerda, posição tida por infausta, para obter vantagem tática.”
Verse 28
पराक्रमं तयोयोधा ददृशुस्ते सुविस्मिता: । तयो: समभवद् युद्ध द्रोणपाण्डवयोर्महत्
Sañjaya disse: “Os guerreiros, maravilhados, contemplaram o valor daqueles dois. Então ergueu-se uma grande batalha entre Droṇa e os Pāṇḍavas.”
Verse 29
यद् यच्चकार द्रोणस्तु कुन्तीपुत्रजिगीषया
Sañjaya disse: Quaisquer que fossem os feitos que Droṇa realizasse, ele os realizava com a intenção de subjugar os filhos de Kuntī—impelido pelo desejo de vencê-los em batalha.
Verse 30
यदा द्रोणो न शक्नोति पाण्डवं सम विशेषितुम्
Sañjaya disse: “Quando Droṇa já não consegue subjugar o Pāṇḍava e obter sobre ele uma vantagem decisiva…”
Verse 31
ऐन्द्रं पाशुपतं त्वाष्ट्र वायव्यमथ वारुणम्
Sañjaya disse: “(Ele empregou) a arma de Indra, a arma Pāśupata, a arma nascida de Tvaṣṭṛ e, em seguida, as armas de Vāyu e de Varuṇa.” No clima ético da guerra, o acúmulo de mísseis divinos sinaliza uma escalada para além do combate humano comum, em que poder e contenção (dharma) são postos à prova em meio ao ímpeto de subjugar o inimigo.
Verse 32
अस्त्राण्यस्त्रैर्यदा तस्य विधिवद्धन्ति पाण्डव:
Sañjaya disse: “Quando os Pāṇḍavas, de modo devido e conforme o rito, rebatem seus mísseis com as próprias armas…”
Verse 33
यद् यदस्त्रं स पार्थाय प्रयुड्धक्ते वेजिगीषया
Sañjaya disse: “Qualquer arma que ele empregasse contra Pārtha, ele o fazia com a intenção de prevalecer na batalha.”
Verse 34
तस्य तस्य विघाताय तत् तद्धि कुरुतेडर्जुन: । परंतु विजयकी इच्छासे वे पार्थपर जिस-जिस अस्त्रका प्रयोग करते थे, उस-उसके विनाशके लिये अर्जुन वैसे ही अस्त्रोंका प्रयोग करते थे ।।
Disse Sañjaya: Para contrariar cada um daqueles ataques, Arjuna empregava exatamente o meio de neutralização correspondente. Sempre que mísseis divinos eram lançados segundo os ritos devidos, Arjuna—ávido pela vitória—respondia com armas equivalentes, destruindo cada um à medida que surgia. A cena ressalta um domínio disciplinado da guerra: o poder é contido não pela fúria, mas pela perícia, pela contenção e pelo conhecimento exato das contramedidas.
Verse 35
मेने चात्मानमधिकं पृथिव्यामधि भारत
Disse Sañjaya: “Ó Bhārata, ele se julgava superior sobre a terra.”
Verse 36
वार्यमाणस्तु पार्थेन तथा मध्ये महात्मनाम्
Disse Sañjaya: Embora fosse contido por Pārtha (Arjuna), ele ainda permanecia ali, bem no meio dos guerreiros de grande alma—um momento tenso em que o valor pessoal colide com o esforço de impedir maior dano no campo de batalha.
Verse 37
ततोडन्तरिक्षे देवाश्न गन्धर्वाश्ष सहस्रश:
Então, no céu, os deuses e os Gandharvas apareceram aos milhares, testemunhando aquele momento e intensificando a sensação de que os acontecimentos do campo de batalha eram observados e julgados por seres superiores.
Verse 38
तदप्सरोभिराकीर्ण यक्षगन्धर्वसंकुलम्
Disse Sañjaya: Aquele lugar parecia apinhado de Apsaras e repleto de Yakṣas e Gandharvas—evocando uma atmosfera celeste, de outro mundo, em meio aos acontecimentos que se desenrolavam.
Verse 39
तत्र स्मान्तर्हिता वाचो व्यचरन्त पुन: पुन:
Ali, repetidas vezes, vozes—ocultas ao olhar—moviam-se de um lado a outro, ressoando em intervalos, como a sugerir presenças invisíveis e a inquietante incerteza que permeava o campo de batalha.
Verse 40
विसृज्यमानेष्वस्त्रेषु ज्वालयत्सु दिशो दश
Disse Sañjaya: Quando as armas eram arremessadas, em chamas, parecia que incendiavam as dez direções—sinal da terrível escalada da batalha e do perigo moral que se segue quando a ira e o poder marcial são soltos sem freio.
Verse 41
अब्रुव॑ंस्तत्र सिद्धाश्षन ऋषयश्न समागता: । जब दिव्यास्त्रोंके प्रयोग होने लगे और उनके तेजसे दसों दिशाएँ प्रकाशित हो उठीं
Disse Sañjaya: Quando as armas celestes começaram a ser desencadeadas e o seu fulgor iluminou as dez direções, os Siddhas e os rishis reunidos no céu falaram entre si: “Isto não é uma guerra de homens, nem de Asuras, nem de Rākṣasas—nem mesmo dos deuses e dos Gandharvas. Certamente, é uma batalha suprema, de natureza brāhma. Um combate tão estranho e assombroso como este nunca vimos, nem sequer ouvimos.”
Verse 42
नदैवं न च गान्धर्व ब्राह्मां ध्रुवमिदं परम् विचित्रमिदमाश्चर्य न नो दृष्टं न च श्रुतम्
Disse Sañjaya: “Esta batalha não é de homens, nem de asuras, nem de rākṣasas, nem mesmo dos deuses e dos gandharvas. Certamente, esta é a guerra ‘brāhma’, suprema e infalível. Um combate tão estranho e assombroso como este nunca vimos, nem sequer ouvimos.”
Verse 43
अति पाण्डवमाचार्यो द्रोणं चाप्पति पाण्डव: । नानयोरन्तरं शक््यं द्रष्टमन्येन केनचित्
Disse Sañjaya: O Mestre (Droṇa) parecia estar inteiramente alinhado com os Pāṇḍavas, e o guerreiro Pāṇḍava pressionava Droṇa com força. Ninguém mais conseguia discernir qualquer brecha ou separação entre os dois—tão de perto se igualavam e tão diretamente se engajavam naquele combate.
Verse 44
“आचार्य द्रोण पाण्डुपुत्र अर्जुनसे बढ़कर हैं और पाण्डुपुत्र अर्जुन भी आचार्य द्रोणसे बढ़कर हैं। इन दोनोंमें कितना अन्तर है, इसे दूसरा कोई नहीं देख सकता ।।
Sañjaya disse: “Droṇa, o preceptor, supera Arjuna, filho de Pāṇḍu; e, no entanto, Arjuna, filho de Pāṇḍu, também supera Droṇa. Ninguém mais pode discernir verdadeiramente qual é a diferença entre esses dois. Se Rudra (Śiva) se dividisse em duas formas e lutasse contra si mesmo, somente esse combate poderia servir de comparação; fora disso, não existe semelhança igual para esses dois.”
Verse 45
ज्ञानमेकस्थमाचार्य ज्ञानं योगश्न पाण्डवे | शौर्यमेकस्थमाचार्ये बलं शौर्य च पाण्डवे
Sañjaya disse: “Todo o saber está reunido num só lugar no Mestre (Droṇa); mas no filho de Pāṇḍu (Arjuna) há saber juntamente com a maestria disciplinada do yoga. Do mesmo modo, todo o valor está concentrado no Mestre; mas em Arjuna há valor e também força.”
Verse 46
नेमौ शक््यौ महेष्वासौ युद्धे क्षपयितुं परै: । इच्छमानौ पुनरिमौ हन्येतां सामरं जगत्
Sañjaya disse: “Esses dois grandes arqueiros não podem ser destruídos em batalha por quaisquer outros guerreiros. Contudo, se assim o quisessem, poderiam causar a destruição do mundo inteiro, juntamente com os deuses.”
Verse 47
इत्यब्रुवन् महाराज दृष्टवा तौ पुरुषर्षभौ । अन्तर्हितानि भूतानि प्रकाशानि च सर्वश:
Sañjaya disse: “Ó Rei, ao verem aqueles dois heróis, touros entre os homens, seres por toda parte — tanto os ocultos no céu quanto os claramente visíveis — foram ouvidos proferindo estas mesmas palavras de todos os lados.”
Verse 48
ततो द्रोणो ब्राह्ममस्त्र प्रादुश्चक्रे महामति: । संतापयन् रणे पार्थ भूतान्यन्तर्हितानि च
Sañjaya disse: “Então Droṇa, de grande espírito, fez surgir o Brahmāstra, a arma de Brahmā. No campo de batalha, ele abrasou Pārtha (Arjuna) e até mesmo os seres invisíveis que se movem no céu.”
Verse 49
ततश्नचाल पृथिवी सपर्वतवनद्रुमा । ववौ च विषमो वायु: सागराश्षापि चुक्षुभु:,फिर तो पर्वत, वन और वृक्षोंसहित धरती डोलने लगी, आँधी उठ गयी और समुद्रोंमें ज्वार आ गया
Disse Sañjaya: Então a terra começou a tremer, juntamente com suas montanhas, florestas e árvores. Soprou um vento violento e irregular, e os oceanos também se agitaram—presságios de que a própria ordem da natureza estava sendo abalada pela terrível virada da guerra.
Verse 50
ततस्त्रासो महानासीत् कुरुपाण्डवसेनयो: । सर्वेषां चैव भूतानामुद्यते<स्त्रे महात्मना
Disse Sañjaya: Então ergueu-se um grande terror nos exércitos dos Kurus e dos Pāṇḍavas; e, de fato, também entre todos os seres vivos, quando aquele guerreiro de grande alma levantou sua arma.
Verse 51
ततः पार्थोउप्यसम्भ्रान्तस्तदस्त्रं प्रतिजध्निवान् । ब्रह्मास्त्रेणैेव राजेन्द्र ततः सर्वमशीशमत्
Disse Sañjaya: Então Pārtha (Arjuna) também, sem se abalar, enfrentou aquela arma; ó rei, ele a conteve com o próprio Brahmāstra. Em seguida, ó melhor dos reis, toda a turbulência foi apaziguada.
Verse 52
यदा न गम्यते पारं तयोरन्यतरस्य वा । ततः संकुलयुद्धेन तद् युद्ध व्याकुलीकृतम्,जब द्रोणाचार्य और अर्जुनमेंसे कोई भी किसीको परास्त न कर सका, तब सामूहिक युद्धके द्वारा उस संग्रामको व्यापक बना दिया गया
Disse Sañjaya: Quando nenhum dos dois—Droṇācārya ou Arjuna—pôde alcançar a “margem distante”, isto é, vencer decisivamente o outro, então a batalha foi lançada na confusão e se alargou por um entrechoque coletivo e emaranhado.
Verse 53
नाज्ञायत ततः किंचित् पुनरेव विशाम्पते । प्रवृत्ते तुमुले युद्धे द्रोणपाण्डवरयोर्मुथे,प्रजानाथ! रणभूमिमें द्रोणाचार्य और अर्जुनमें घमासान युद्ध छिड़ जानेपर फिर किसीको कुछ सूझ नहीं रहा था
Disse Sañjaya: Ó senhor do povo, ó governante dos homens, uma vez irrompida a feroz batalha entre Droṇa e o Pāṇḍava (Arjuna), nada mais podia ser discernido com clareza—em meio ao tumulto, a percepção e o juízo eram subjugados pela violência da guerra.
Verse 54
(द्रोणो मुक्त्वा रणे पार्थ पज्चालानन्वधावत । अर्जुनो5पि रणे द्रोणं त्यक्त्वा प्राद्रावयत् कुरून् ।।
Sañjaya disse: Na batalha, Droṇa, deixando Arjuna de lado, investiu contra os Pañcālas; e Arjuna também, pondo de parte o seu confronto com Droṇa, começou a fazer recuar com rapidez as forças dos Kurus. Então, ó Rei, naquele grande choque, ambos, com torrentes de flechas, fizeram o campo parecer coberto de sombra; o estrondo do combate mostrava-se aterrador para o mundo inteiro. O céu tornou-se espesso com uma rede de setas, como uma massa de nuvens estendida pelos céus, de modo que, naquele momento, nenhuma criatura que se movesse pelo ar podia atravessar.
Verse 136
विच्छिन्नशरपातत्वाद् गदायुद्धमवर्तत । फिर दोनों परस्पर अत्यन्त कुपित हो बड़े वेगसे टूट पड़े। उन युद्धकुशल योद्धाओंके परस्पर अत्यन्त निकट आ जानेके कारण उनके बाण चलानेका क्रम टूट गया; इसलिये उनमें गदायुद्ध आरम्भ हो गया
Sañjaya disse: Como a troca de flechas foi interrompida, o combate tornou-se uma luta de maças. Quando os dois guerreiros, inflamados de ira, investiram um contra o outro com grande velocidade e chegaram a distância muito curta, rompeu-se a ordem do combate de projéteis; assim, a batalha passou ao corpo a corpo com clavas.
Verse 146
बिभेद शतधा राजंस्तदद्भुतमिवाभवत् | राजन! भीमसेनने अपनी गदासे कर्णके रथका कूबर तोड़कर उसके सौ टुकड़े कर दिये, वह अद्भुत-सा कार्य हुआ
Sañjaya disse: Ó Rei, Bhīmasena despedaçou-o em cem partes; pareceu quase um milagre. Com a sua maça, quebrou a parte dianteira do carro de Karṇa e reduziu-a a fragmentos.
Verse 186
पपात सारथिभश्चास्य मुमोह च गदाहतः । कर्णके बाणोंसे आहत हो वह गदा मन्त्रसे मारी गयी सर्पिणीके समान लौटकर भीमसेनके ही रथपर गिरी। उसके गिरनेसे भीमसेनकी विशाल ध्वजा धराशायी हो गयी और उस गदाकी चोट खाकर उनका सारथि भी मूर्च्छित हो गया
Sañjaya disse: Atingido pelo golpe da maça, o cocheiro de Bhīma caiu e perdeu os sentidos. Aquela maça—ferida pelas flechas de Karṇa e, pelo poder do mantra, repelida de volta como uma serpente que retorna—caiu sobre o próprio carro de Bhīmasena. Com a queda, o grande estandarte de Bhīma foi derrubado ao chão, e o cocheiro também, abatido pelo impacto, desmaiou.
Verse 187
इस प्रकार श्रीमहाभारत द्रोणपर्वके अन्तर्गत द्रोणवधपर्वमें नकुलका युद्धाविषयक एक सौ सतासीवाँ अध्याय पूरा हुआ
Sañjaya disse: Assim termina o centésimo octogésimo sétimo capítulo sobre a batalha de Nakula, dentro do Droṇa Parva do Śrī Mahābhārata, na subseção referente ao abate de Droṇa.
Verse 188
इति श्रीमहाभारते द्रोणपर्वणि द्रोणवधपर्वणि संकुलयुद्धे अष्टाशीत्यधिकशततमो< ध्याय:,इस प्रकार श्रीमहाभारत द्रोणपर्वके अन्तर्गत द्रोणवधपर्वमें घमासान युद्धविषयक एक सौ अद्वासीवाँ अध्याय पूरा हुआ
Assim, no Śrī Mahābhārata, dentro do Droṇa Parva—em particular, na seção sobre a morte de Droṇa—chega ao fim este capítulo acerca da batalha densa e entrelaçada, que tudo consome, completando-se o capítulo cento e oitenta e oito. O colofão ressalta o peso moral da escalada da guerra: a narrativa não prossegue como mero espetáculo, mas como registro de como o dharma se obscurece em meio à violência incessante e ao matar guiado pela estratégia.
Verse 283
आमिषार्थ महाराज गगने श्येनयोरिव । उन द्रोणाचार्य और पाण्डुपुत्र अर्जुनके पराक्रमको वे सब सैनिक अत्यन्त आश्चर्यचकित होकर देख रहे थे। महाराज! जैसे मांसके टुकड़ेके लिये आकाशमें दो बाज लड़ रहे हों
Sañjaya disse: Ó Rei, todos os guerreiros contemplavam, em assombro absoluto, o valor de Droṇācārya e de Arjuna, filho de Pāṇḍu. Ó Mahārāja, assim como dois falcões disputam no céu um pedaço de carne, do mesmo modo ergueu-se uma tremenda batalha entre aquele mestre e seu discípulo pela soberania. A cena expõe a tensão trágica da guerra: há excelência e lealdade, mas são impelidas ao conflito pela fome de domínio e pelas exigências de deveres opostos.
Verse 296
तत् तत् प्रतिजघानाशु प्रहसंस्तस्य पाण्डव: । द्रोणाचार्य कुन्तीपुत्र अर्जुनको जीतनेकी इच्छासे जिस-जिस अस्त्रका प्रयोग करते थे, उस-उसको पाए्जुपुत्र अर्जुन हँसते हुए तत्काल काट देते थे
Sañjaya disse: Sorrindo, o Pāṇḍava revidou com rapidez, rechaçando de imediato cada ataque do adversário. Qualquer astra que Droṇācārya empregasse com o desejo de vencer Arjuna, filho de Kuntī, Arjuna, filho de Pāṇḍu, o cortava prontamente, ainda rindo. No calor da batalha, a compostura e o domínio das armas de Arjuna não se mostram como crueldade, mas como controle disciplinado: ele encontra a força com contenção precisa e transforma cada tentativa do inimigo numa lição de perícia superior e firmeza de espírito.
Verse 306
ततः प्रादुश्चकारास्त्रमस्त्रमार्गविशारद: । जब द्रोणाचार्य पाण्डुपुत्र अर्जुनकी अपेक्षा अपनी विशेषता न सिद्ध कर सके, तब अस्त्रमार्गोके ज्ञाता गुरुदेवने दिव्यास्त्रोंकोी प्रकट किया
Sañjaya disse: Então o mestre, profundamente versado nos caminhos e aplicações dos mantras de armas, manifestou um projétil divino. Na tensão moral do campo de batalha, quando a destreza comum já não bastava para firmar a superioridade, o recurso do mestre a astras mais elevados assinala tanto a escalada da guerra quanto a grave responsabilidade que acompanha o conhecimento especializado.
Verse 323
ततो<अस्त्रै: परमैर्दिव्यैद्रोण: पार्थमवाकिरत् । जब पाण्डुकुमार अर्जुन आचार्यके सभी अस्त्रोंको अपने अस्त्रोंद्वारा विधिपूर्वक नष्ट करने लगे, तब द्रोणने परम दिव्य अस्त्रोंद्वारा अर्जुनको ढक दिया
Sañjaya disse: Então Droṇa, recorrendo aos seus astras celestiais supremos, derramou-os sobre Pārtha (Arjuna), cobrindo-o como uma chuva avassaladora. Quando Arjuna, filho de Pāṇḍu, começou a contrapor e neutralizar devidamente as armas do mestre com as suas, Droṇa intensificou o ataque com astras divinos ainda mais elevados—uma escalada que realça tanto a ferocidade da guerra quanto a grave tensão quando guru e discípulo se encontram como inimigos no campo de batalha.
Verse 353
तेन शिष्येण सर्वेभ्य: शस्त्रविद्भ्य: परंतप: । भारत! शत्रुओंको संताप देनेवाले द्रोणाचार्य उस शिष्यके द्वारा अपने-आपको भूमण्डलके सभी शस्त्रवेत्ताओंसे श्रेष्ठ मानने लगे
Sañjaya disse: Ó Bhārata! Por meio daquele discípulo, Droṇācārya—afligidor de inimigos—passou a considerar-se superior a todos os mestres das armas por toda a terra. O episódio mostra como a reputação e a autoavaliação de um mestre podem ficar atadas à proeza de um único aluno, levantando questões sobre orgulho, mérito e o peso ético da excelência marcial na guerra.
Verse 366
यतमानोडर्जुनं प्रीत्या प्रत्यवारयदुत्स्मयन् । महामनस्वी वीरोंके बीचमें अर्जुनके द्वारा इस प्रकार रोके जाते हुए द्रोणाचार्य प्रयत्न करके प्रसन्नतापूर्वक मुसकराते हुए स्वयं भी अर्जुनको आगे बढ़नेसे रोकने लगे
Sañjaya disse: Esforçando-se com afeto e sorrindo, ele conteve o avanço de Arjuna. Embora fosse assim detido por Arjuna no auge do combate, Droṇācārya, herói de grande alma, aplicando-se com vigor e sorrindo com serena satisfação, começou por sua vez a refrear Arjuna, impedindo-o de avançar. A cena ressalta a disciplina do guerreiro: mesmo em conflito mortal, o domínio de si e o respeito por um adversário digno podem coexistir com o dever implacável no campo de batalha.
Verse 373
ऋषय: सिद्धसंघाश्च व्यतिष्ठन्त दिदृक्षया । तदनन्तर वह युद्ध देखनेकी इच्छासे आकाशमें बहुत-से देवता, सहस्रों गन्धर्व, ऋषि और सिद्धसमुदाय खड़े हो गये
Sañjaya disse: “Sábios e hostes de Siddhas permaneceram de pé, ávidos por testemunhar. Em seguida, desejosos de ver a batalha, muitos deuses—juntamente com milhares de Gandharvas, os Ṛṣis e as comunidades reunidas de Siddhas—tomaram seus lugares no céu.”
Verse 383
श्रीमदाकाशमभवद् भूयो मेघाकुलं यथा । अप्सराओं, यक्षों और गन्धर्वोंसे भरा हुआ आकाश ऐसी विशिष्ट शोभा पा रहा था, मानो उसमें मेघोंकी घटा घिर आयी हो
Sañjaya disse: Mais uma vez o céu tornou-se esplêndido, tão densamente preenchido como se fosse uma massa de nuvens. Apinhado de apsaras, yakṣas e gandharvas, adquiriu um brilho singular, como se um grande banco de nuvens nele se tivesse reunido.
Verse 393
द्रोणपार्थस्तवोपेता व्यश्रूयन्त नराधिप । नरेश्वर! वहाँ द्रोणाचार्य और अर्जुनकी स्तुतिसे युक्त अदृश्य व्यक्तियोंके मुखोंसे निकली हुई बातें बारंबार सुनायी देने लगीं
Sañjaya disse: Ó rei, palavras de louvor a Drona e Arjuna começaram a ser ouvidas repetidas vezes—proferidas por seres invisíveis, como se vozes surgissem de bocas ocultas. Em meio ao tumulto da guerra, essa aclamação recorrente indica que uma proeza extraordinária e a fidelidade ao código do guerreiro estavam sendo testemunhadas e confirmadas para além do campo de batalha humano.
Verse 1536
अवासूजदू रथे तां तु बिभेद गदया गदाम् | फिर पराक्रमी राधापुत्र कर्णने भीमकी ही गदा उठा ली और उसे घुमाकर उन्हींके रथपर फेंका; किंतु भीमने दूसरी गदासे उस गदाको तोड़ डाला
Disse Sañjaya: Bhīma, firme no combate, golpeou e despedaçou aquela maça com a sua própria maça. Assim, na feroz troca de armas, força encontrou força, e a agressão do guerreiro foi contida por um contra-golpe igual e oportuno—imagem de como, na guerra, a destreza e a vigilância decidem o desfecho do instante.
Verse 3136
मुक्त मुक्त द्रोणचापात् तज्जघान धनंजय: । द्रोणाचार्यके धनुषसे क्रमश: छूटे हुए ऐन्द्र, पाशुपत, त्वाष्ट्, वायव्य तथा वारुण नामक अस्त्रको अर्जुनने तत्काल शान्त कर दिया
Disse Sañjaya: À medida que os projéteis eram lançados repetidas vezes do arco de Droṇa, Dhanañjaya (Arjuna) os abatia. As armas celestes que saíam em sequência do arco de Droṇācārya—chamadas Aindra, Pāśupata, Tvāṣṭra, Vāyavya e Vāruṇa—foram imediatamente neutralizadas por Arjuna. O episódio ressalta o domínio disciplinado do poder: até a força mais formidável deve ser enfrentada com contenção, precisão e a determinação de impedir uma devastação descontrolada no campo de batalha.
Verse 3436
अर्जुनेनार्जुनं द्रोणो मनसैवाभ्यपूजयत् । जब अर्जुनके द्वारा उनके विधिपूर्वक चलाये हुए दिव्यास्त्र भी प्रतिहत होने लगे, तब द्रोणने अर्जुनकी मन-ही-मन सराहना की
Disse Sañjaya: Drona honrou Arjuna em seu íntimo. Pois, quando até os projéteis divinos que Arjuna havia disparado de modo correto e segundo o rito começaram a ser detidos e neutralizados, Drona—reconhecendo a extraordinária maestria e contenção exigidas por tal guerra—louvou Arjuna em seu coração.
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