Cāturhotra as Inner Sacrifice (Yoga-Yajña) and Nārāyaṇa Recitation
गुणवत्पावको महां दीव्यते5न्त:शरीरग: । जो मनसे अवगत होता है
brāhmaṇa uvāca | guṇavat pāvako mahān dīvyate 'ntaḥśarīragaḥ | yogayajñaḥ pravṛtto me jñānavallīprado 'dbhutaḥ | prāṇastotraḥ apānaśastraḥ sarvatyāgasudakṣiṇaḥ |
Disse o Brahmin: “Um Fogo poderoso e virtuoso resplandece dentro do meu corpo. Iniciei o sacrifício que é o Yoga—maravilhoso, que concede a trepadeira do conhecimento. Neste rito, o inspirar é o hino de louvor, o expirar é o instrumento sacrificial, e a melhor dádiva sacerdotal é a renúncia de tudo. Deve-se oferecer, com contenção disciplinada, as seis ‘oblações’ que são os objetos do pensamento e dos sentidos—o que a mente apreende, o que a fala expressa, o que o ouvido ouve, o que o olho vê, o que a pele toca e o que o nariz cheira—nos seis instrumentos de percepção que começam com a mente, fazendo do próprio eu o altar. Nessa oferenda interior, o Ser Supremo, como o fogo que preside ao sacrifício, revela-se dentro do meu corpo e da minha mente.”
ब्राह्मण उवाच
True sacrifice can be internalized: by restraining the senses and mind, one offers sense-objects back into disciplined awareness, making the self the altar. The ‘fire’ is the Supreme Self shining within, and the highest sacrificial gift is total renunciation.
A Brahmin speaker describes his spiritual practice as a ‘yoga-sacrifice.’ He reinterprets Vedic ritual elements symbolically—prāṇa as the chant, apāna as the implement, and renunciation as the dakṣiṇā—asserting that through this inner rite the Supreme Self becomes manifest within him.