Vāc–Manas Saṃvāda: Prāṇa-Apāna and the Primacy Debate (वाक्–मनस् संवादः)
दिशो वायू रविश्वन्द्र: पृथ्व्यग्नी विष्णुरेव च । इन्द्र: प्रजापतिर्मित्रमग्नयो दश भामिनि,भामिनि! दिशा, वायु, सूर्य, चन्द्रमा, पृथ्वी, अग्नि, विष्णु, इन्द्र, प्रजापति और मित्र--ये दस देवता अनिनि हैं
diśo vāyū raviś candrāḥ pṛthvīr agnī viṣṇur eva ca | indraḥ prajāpatiḥ mitram agnayo daśa bhāmini ||
Disse o brâmane: “Ó bela senhora, estas são as dez testemunhas divinas: as Direções, o Vento, o Sol, a Lua, a Terra, o Fogo, Viṣṇu, Indra, Prajāpati e Mitra.” Em sentido ético, o verso ressalta que os atos de alguém jamais ficam verdadeiramente ocultos: o próprio cosmos — seus poderes e guardiões — permanece como testemunha, conclamando à veracidade, à contenção e à responsabilidade.
ब्राह्मण उवाच
That moral responsibility is inescapable: the world’s sustaining powers—directions, celestial bodies, elemental forces, and major deities—are invoked as ever-present witnesses, encouraging truth, fidelity to vows, and self-restraint even when no human observer is present.
A Brahmin addresses a woman (“bhāmini”) and enumerates ten deities/forces as witnesses. The list functions as a solemn reminder within the dialogue that actions and promises are observed by the cosmic order and its guardians.