Go-dāna-stuti and Ghṛta-Japa
Praise of cow-gift and ghee-centered recitation
ऊर्जस्विन्य ऊर्जमेधाश्न यज्ञे गर्भोडमृतस्य जगतोअसस््य प्रतिष्ठा । क्षिते रोह: प्रवह: शश्व॒देव प्राजापत्या: सर्वमित्यर्थवादा:
bhīṣma uvāca | ūrjasvinyā ūrjamedhāś ca yajñe garbho 'mṛtasya jagato 'sya pratiṣṭhā | kṣite rohaḥ pravaḥ śaśvad eva prājāpatyāḥ sarvam ity arthavādāḥ |
Bhishma disse: “As vacas são dotadas de vigor; possuem força e inteligência discernente. No sacrifício, são o ventre— a fonte—da oblação ambrosíaca, e são o próprio sustentáculo deste mundo. Na terra, fazem surgir o crescimento (pelo trabalho dos touros no cultivo) e mantêm o antigo e ininterrupto fluxo da vida mundana. São filhas de Prajāpati. Todas essas afirmações são declarações elogiosas destinadas a louvar a vaca.”
भीष्म उवाच
The verse frames the cow as a dharmic support of society and cosmic order: a source of sacrificial offerings, agricultural prosperity, and continuity of life. It also clarifies that such lines function as arthavāda—praise meant to encourage reverence and charitable gifting (go-dāna), rather than a standalone command.
In Anuśāsana Parva’s instruction on gifts and duties, Bhishma describes mantras/praise to be recited after performing go-dāna. He extols the cow’s role in yajña, sustenance, and social stability, linking her to Prajāpati to emphasize sacred status.