Śiva-stavarāja: Upamanyu’s Preface and Initiation of the Śarva-Nāma Enumeration
Anuśāsana-parva 17
७२७ महाकेतु:--धर्मरूप महान् ध्वजावाले
toraṇas tāraṇo vātaḥ paridhī patikhecaraḥ | saṃyogo vardhano vṛddho ativṛddho guṇādhikaḥ ||
Vāyu-deva disse: Ele é Mahāketu, de grande estandarte que é a própria forma do Dharma; Mahādhātu, de vasta substância como ouro; Naikasānucara, que percorre os muitos cumes do monte Meru; Cala, a quem ninguém pode apreender; Āvedanīya, digno de ser suplicado; Ādeśa, o que concede ordens; e Sarvagandhasukhāvaha, o que proporciona o deleite de todos os objetos, como as fragrâncias e outros. Ele é Toraṇa, o portal da libertação; Tāraṇa, aquele que faz atravessar; Vāta, o próprio Vento; Paridhi, o círculo que delimita o cosmos; Patikhecara, senhor dos que se movem pelo céu. Ele é Saṃyoga, a união que se torna causa de aumento; Vardhana, o próprio aumentador; Vṛddha, maduro e excelso em virtudes; Ativṛddha, o mais antigo além de medida; e Guṇādhika, superior a todos em qualidades como conhecimento e soberania.
वायुदेव उवाच
The verse praises the Supreme as both cosmic principle and moral refuge: He is the ‘gate’ to liberation and the ‘deliverer’ who carries beings across saṃsāra, while also being the sustaining force behind growth, order, and excellence in virtues.
Vāyu-deva continues a litany of divine names/epithets, describing the deity through metaphors of wind, cosmic boundary, lordship over sky-moving beings, and as the cause of increase and the most ancient, supreme in qualities.