Śiva-stavarāja: Upamanyu’s Preface and Initiation of the Śarva-Nāma Enumeration
Anuśāsana-parva 17
बहुधा निन्दित: शर्व: शड्कर: शड्करो5धन: । अमरेशो महादेवो विश्वदेव: सुरारिहा
bahudhā ninditaḥ śarvaḥ śaṅkaraḥ śaṅkaro 'dhanaḥ | amareśo mahādevo viśvadevaḥ surārihā ||
Vāyu disse: “Embora Śarva tenha sido injuriado de muitas maneiras (por Dakṣa e pelos que tomaram seu partido), ele é Śarva — o destruidor no tempo da dissolução; Śaṅkara — o benfazejo; Śaṅkara novamente — o que dá alegria aos seus devotos; ‘o sem riquezas’ — livre de posses mundanas; o Senhor até mesmo dos deuses; o Grande Deus, digno de culto até para as divindades; a deidade adorada por todo o universo; e o matador dos inimigos dos deuses.”
वायुदेव उवाच
Worldly blame does not diminish true greatness: the verse reframes criticism of Śiva by listing his essential qualities—auspiciousness, protection of devotees, renunciation of worldly wealth, cosmic sovereignty, and the upholding of divine order by destroying hostile forces.
Vāyu responds to the context of Dakṣa’s party disparaging Śiva, asserting that despite such censure, Śiva’s established nature and roles remain supreme, expressed through a chain of honorific names (epithets).