Ahiṃsā as Threefold Restraint (Mind–Speech–Action) and the Ethics of Consumption
यदि गुरु अपने पुत्रके समान शिष्यको बिना कारणके ही मारता-पीटता है तो वह अपनी स्वेच्छा-चारिताके कारण हिंसक पशुकी योनिमें जन्म लेता है ।।
yadi guruḥ svaputrasamaṁ śiṣyaṁ akāraṇenaiva mārati tāḍayati vā, sa svacchandacāritvāt hiṁsaka-paśu-yoniṁ prāpnoti. pitaraṁ mātaraṁ caiva yastu putro ’vamanyate, so ’pi rājan mṛto janantuḥ pūrvaṁ jāyeta gardabhaḥ.
Disse Yudhiṣṭhira: Se um mestre, tratando um discípulo como se fosse seu próprio filho, o espanca ou fere sem justa causa, então—por ter agido por mero arbítrio—ele cai no nascimento de um animal violento. Do mesmo modo, ó Rei, o filho que desonra seu pai e sua mãe, após a morte renasce primeiro como um jumento. A passagem enquadra a disciplina e o dever familiar no dharma: a autoridade deve ser exercida com razão e contenção, e o respeito filial é uma obrigação ética fundamental cuja violação traz consequências degradantes.
युधिछिर उवाच
Authority must be exercised according to dharma: a teacher should not punish a disciple arbitrarily, and a son must honor father and mother. Unjust violence and filial contempt are portrayed as grave ethical failures that lead to degrading rebirths.
Yudhiṣṭhira addresses a king and cites moral consequences: an unjustly violent teacher falls into an animal birth, and a son who dishonors his parents is reborn first as a donkey. The statement functions as a didactic warning within Anuśāsana Parva’s ethical instruction.