Ahiṃsā as Threefold Restraint (Mind–Speech–Action) and the Ethics of Consumption
इहलोके च स प्राणी जन्मप्रभृति पार्थिव । सुकृतं कर्म वै भुद्धक्ते धर्मस्य फलमाश्रित:
ihaloke ca sa prāṇī janmaprabhṛti pārthiva | sukṛtaṃ karma vai bhunkte dharmasya phalam āśritaḥ ||
Ó rei, neste próprio mundo, um ser vivo, desde o nascimento, de fato experimenta os resultados das ações meritórias—gozando-os como fruto que repousa sobre (e nasce do) dharma. O verso ressalta que a ação ética não é mera abstração: suas consequências são vividas e saboreadas na vida encarnada.
युधिछिर उवाच
Meritorious action (sukṛta-karma) yields tangible results, and these are experienced by living beings in this very life; the 'fruit' is grounded in dharma, emphasizing ethical causality rather than mere ritual or theory.
Yudhiṣṭhira addresses a kingly interlocutor and articulates a principle of dharma: from birth onward, beings partake of the consequences of their good deeds, framing dharma as a practical source of lived outcomes.