Āloka-dāna (Dīpa-dāna), Sumanas–Dhūpa–Dīpa Phala: Manu–Suvarṇa and Śukra–Bali Exempla
न तु श्मशानसम्भूता देवतायतनोद्भवा: । संनयेत् पुष्टियुक्तेषु विवाहेषु रह:सु च,श्मशान तथा जीर्ण-शीर्ण देवालयोंमें पैदा हुए फूलोंका पौष्टिक कर्म, विवाह तथा एकान्त विहारमें उपयोग नहीं करना चाहिये
na tu śmaśānasambhūtā devatāyatanodbhavāḥ | sannayet puṣṭiyukteṣu vivāheṣu rahaḥsu ca ||
Śukra disse: As flores que cresceram num terreno de cremação, ou as que brotaram dentro do recinto de um santuário da divindade, não devem ser empregadas em atos destinados a promover nutrição e aumento auspicioso — como ritos de fortalecimento, casamentos ou o deleite amoroso em segredo. O ensinamento ressalta que até objetos agradáveis como as flores obedecem a regras de pureza conforme o contexto: o que se associa a lugares de morte ou a espaços sagrados reservados não deve ser desviado para prazeres mundanos nem para ocasiões de busca de prosperidade.
शुक्र उवाच
Do not repurpose items associated with inauspicious places (cremation-grounds) or reserved sacred precincts (temples) for prosperity-seeking, celebratory, or sensual contexts; dharma includes attention to the source and appropriateness of ritual materials.
In Anuśāsana Parva’s instruction on conduct and ritual propriety, Śukra lays down a rule about what kinds of flowers (by origin) are unsuitable for auspicious rites like weddings and for private pleasure, emphasizing contextual purity and proper boundaries between sacred, funerary, and worldly uses.