Vyāsa’s Counsel to the Concealed Pāṇḍavas; Śaṃkara’s Boon and the Predestination of Draupadī
Chapter 157
कुलीनां शीलसम्पन्नामपत्यजननीमपि । त्वामहं जीवितस्यार्थे साध्वीमनपकारिणीम्,तुम कुलीन, सुशीला और संतानवती हो, सती-साध्वी हो। तुमने कभी मेरा अपकार नहीं किया है। तुम नित्य मेरे अनुकूल चलनेवाली धर्मपत्नी हो। अतः मैं अपने जीवनकी रक्षाके लिये तुम्हें नहीं त्याग सकूँगा। फिर स्वयं ही अपने उस पुत्रका त्याग तो कैसे कर सकूँगा, जो अभी निरा बच्चा है, जिसने युवावस्थामें प्रवेश नहीं किया है तथा जिसके शरीरमें अभी जवानीके लक्षणतक नहीं प्रकट हुए हैं। साथ ही अपनी इस कन्याको कैसे त्याग दूँ, जिसे महात्मा ब्रह्माजीने उसके भावी पतिके लिये धरोहरके रूपमें मेरे यहाँ रख छोड़ा है? जिसके होनेसे मैं पितरोंके साथ दौहित्रजनित पुण्यलोकोंको पानेकी आशा रखता हूँ, उसी अपनी बालिकाको स्वयं ही जन्म देकर मैं मौतके मुखमें कैसे छोड़ सकता हूँ?
kulīnāṁ śīlasampannām apatyajananīm api | tvām ahaṁ jīvitasya arthe sādhvīm anapakāriṇīm ||
Disse o brâmane: “Tu és de nobre linhagem, dotada de boa conduta e mãe de filhos. És uma esposa virtuosa que jamais me fez mal. Para preservar a minha própria vida, não posso abandonar-te — a ti, justa e sempre favorável a mim. E como poderia eu, por minha própria vontade, abandonar aquele filho que ainda é apenas uma criança, que não entrou na juventude, e em cujo corpo nem sequer surgiram os sinais da virilidade? Do mesmo modo, como poderia abandonar esta filha, a quem o grande Brahmā, por assim dizer, confiou à minha guarda como um depósito para seu futuro esposo? Por meio dela espero alcançar mérito e os mundos de recompensa prometidos aos ancestrais através do filho de uma filha; tendo eu mesmo dado existência a esta pequena, como poderia lançá-la às fauces da morte?”
ब्राह्मण उवाच
The verse foregrounds gṛhastha-dharma: one must protect and not abandon those who depend on oneself—especially a virtuous spouse and helpless children—even under threat to one’s own life. It also highlights the ethical weight of familial bonds and the duty to avoid causing harm to innocents.
A Brahmin explains why he cannot give up his wife, young son, or daughter to save himself. He praises his wife’s virtue and non-harm, notes his son’s tender age, and describes his daughter as a sacred trust—linked to future marriage and ancestral merit through a daughter’s son—thereby refusing abandonment that would amount to consigning them to death.