
Darśa–Pūrṇamāsa (New- and Full-Moon sacrifices) within the Śrauta Agnihotra–Iṣṭi complex; preparatory and consecratory acts for the monthly iṣṭi, especially the handling of fires, implements, and the initial offering-formulas that establish the yajña as a regulated exchange with the deities.
Kṛṣṇa Yajurveda 1.2 dá continuidade ao estabelecimento programático da iṣṭi Darśa–Pūrṇamāsa ao integrar mantras e orientações de estilo brāhmaṇa, características da Taittirīya Saṃhitā. O capítulo consolida a relação do agente sacrificial com Agni como a boca dos deuses e com Soma como a oblação paradigmática, ao mesmo tempo que regula a cultura material do rito — fogos, conchas/colheres rituais, combustível e a ordenação espacial da vedi. Seus mantras articulam preocupações centrais do Śrauta: pureza e delimitação (pavitra/pari-dhā), endereçamento correto e vínculo com a divindade (devatā-sambandha) e a transformação de recursos domésticos em oferendas ritualmente válidas. Teologicamente, o texto enquadra o sacrifício como reconstituição da ordem cósmica (ṛta) por meio da fala medida (yajus) e do calor controlado (tapas/Agni). Filologicamente, a prapāṭhaka exemplifica o entrelaçamento, típico do Kṛṣṇa Yajurveda, entre injunção e recitação, revelando uma hermenêutica ritual precoce em que a eficácia depende de sequenciação precisa e de alinhamento semântico do mantra com o ato.
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