
Rishi: Atharvanic/Aṅgiras-type attribution (kāṇḍa 7 paustika strata; specific r̥ṣi not supplied in the input)
Devata: Bhadra (Auspiciousness) / generalized prosperity-power; implicit Manu as normative human authority
Chandas: Anuṣṭubh-like cadence (mixed; kāṇḍa 7 often uses anuṣṭubh variants)
AVŚ 7.60 é um hino paustika de entrada na casa e de estabilização do lar: ele instala na morada a «bhadra» (prosperidade auspiciosa) e torna a própria casa amistosa para os seus ocupantes. Ele pacifica as forças da carência — fome e sede — e converte a casa num receptáculo seguro e acolhedor de riqueza, força e convivência harmoniosa, selado pela insistência em «aqui mesmo» (ihaiva) como o locus do florescer.
Mantra 1
रम्यं गृहम्। ऊर्जं॒ बिभ्र॑द् वसु॒वनिः॑ सुमे॒धा अघो॑रेण॒ चक्षु॑षा मि॒त्रिये॑ण । गृ॒हानैमि॑ सु॒मना॒ वन्द॑मानो॒ रम॑ध्वं॒ मा बि॑भीत॒ मत्
Uma casa aprazível. Trazendo vigor, conquistando riqueza, de boa sabedoria, com olhar benigno e amistoso: nas casas eu entro, de mente favorável, prestando reverência. Alegrai-vos; não me temais.
Mantra 2
इ॒मे गृ॒हा म॑यो॒भुव॒ ऊर्ज॑स्वन्तः॒ पय॑स्वन्तः । पू॒र्णा वा॒मेन॒ तिष्ठ॑न्त॒स्ते नो॑ जानन्त्वाय॒तः
Estas casas, geradoras de bem-estar, ricas em força sustentadora, ricas em leite, firmes e plenas por um bem gracioso — que nos reconheçam quando nos aproximamos.
Mantra 3
येषा॑म॒ध्येति॑ प्र॒वस॒न् येषु॑ सौमन॒सो ब॒हुः । गृ॒हानुप॑ ह्वयामहे॒ ते नो॑ जानन्त्वाय॒तः
Aquelas casas em que o viajante ainda prossegue o seu estudo sagrado, em que a boa vontade é abundante — essas casas chamamos para cá: que nos reconheçam quando nos aproximamos.
Mantra 4
उप॑हूता॒ भूरि॑धनाः॒ सखा॑यः स्वा॒दुसं॑मुदः । अ॒क्षु॒ध्या अ॑तृ॒ष्या स्त॒ गृहा॒ मास्मद् बि॑भीतन
Invocadas para cá, ricas em bens, amigas, de doce júbilo — sede sem fome, sem sede, ó casas; não tenhais medo de nós.
Mantra 5
उप॑हूता इ॒ह गाव॒ उप॑हूता अजा॒वयः॑ । अथो॒ अन्न॑स्य की॒लाल॒ उप॑हूतो गृ॒हेषु॑ नः
Invocadas para aqui estão as vacas; invocadas para aqui as cabras e as ovelhas. E também o doce licor do alimento (kīlāla) é invocado para aqui, dentro de nossas casas.
Mantra 6
सू॒नृता॑वन्तः सु॒भगा॒ इरा॑वन्तो हसामु॒दाः । अ॒तृ॒ष्या अ॑क्षु॒ध्या स्त॒ गृहा॒ मास्मद् बि॑भीतन
Ricos na verdade benfazeja da fala, afortunados, ricos em refrigério, alegres com o riso — sede sem sede, sem fome, ó casas; não temais a nós.
Mantra 7
इ॒हैव स्त॒ मानु॑ गात॒ विश्वा॑ रू॒पाणि॑ पुष्यत । ऐष्या॑मि भ॒द्रेणा॑ स॒ह भूयां॑सो भवता॒ मया॑
Aqui mesmo, sim aqui, permanecei firmes; ó Manu, vem para cá: faze prosperar todas as belas formas. Com o auspicioso por companheiro buscarei o meu termo; sede cada vez mais comigo.
It is used to bless and stabilize a dwelling—especially at house-entry—so the home becomes pleasant, friendly, prosperous, and free from the conditions of scarcity (hunger and thirst).
In Atharvanic domestic ritual language, the dwelling is personified so it can be invited, pacified, and turned into an ally—one that protects occupants and supports abundance rather than resisting them.
The cited verses work primarily through recitation and intention at the threshold/inside the home. Offerings are optional; simple hospitality and orderly cleanliness can serve as paustika supports to the mantra’s aim.
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