
Caturthī-vratāni (Vows of the Fourth Lunar Day)
O Senhor Agni inicia uma exposição sistemática dos vratas baseados na Caturthī, afirmando explicitamente que são disciplinas de duplo fruto, concedendo Bhukti (bem‑estar e fruição mundana) e Mukti (libertação). O capítulo abre com uma breve nota sobre variações de recensão/manuscritos e, em seguida, apresenta prescrições específicas por mês e por tithi. Para Māgha śukla-caturthī, ordenam-se jejum e adoração, tendo a ‘Guṇa’ (excelência/virtude) como foco ritual. A prática estende-se até a pañcamī com oferendas de arroz com gergelim para um ano de bem‑estar sem obstáculos, introduzindo o mūla-mantra “gaṁ svāhā” e seu uso no aṅga-nyāsa (mantras do coração e dos membros começando por “gām”). Depois, descreve-se uma sequência precisa de āvāhana e visarjana com “āgaccha ulkā” e “gaccha ulkā”, juntamente com oferendas (perfume de guggulu, doces modaka) e um mantra adicional em estilo Gaṇeśa-gāyatrī. Por fim, mapeiam-se observâncias especializadas: o Kṛcchra de Bhādrapada Caturthī, o jejum noturno de Phālguna Caturthī chamado Avighnā, e o culto de Gaṇa em Caitra Caturthī com damana/dūrvā, apresentando o vrata como tecnologia de auspiciosidade e purificação espiritual.
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It specifies mantra-technology and ritual sequencing: the mūla-mantra “gaṁ svāhā,” its gāmādi application as hṛdaya and aṅga-mantras for nyāsa, and the precise āvāhana–visarjana formulas (“āgaccha ulkā” / “gaccha ulkā”) alongside prescribed offerings.
By presenting Caturthī vratas as disciplined, time-bound sādhana that removes obstacles (Avighnā), cultivates restraint (fasting/kṛcchra), and aligns ritual action with inner purification—thereby supporting both worldly stability (Bhukti) and liberation-oriented refinement (Mukti).