
Adhyaya 132 — Sevā-cakra and Tārā-cakra (Indicators of Gain/Loss, Compatibility, and Risk)
O Senhor Agni apresenta o «Sevā-cakra» como uma roda diagnóstica baseada no jyotiṣa para ler lābha–alābha (ganho e perda), com atenção especial às dinâmicas de relação e dependência (pai, mãe, irmãos e cônjuges). O capítulo descreve sua construção: uma grade de 35 células formada por divisões verticais e horizontais, e prescreve a colocação de letras por meio de vogais e consoantes sparśa; em seguida, interpreta os resultados segundo uma classificação fonética do nome. Os efeitos são agrupados em estados auspiciosos de realização (siddha, sādhya, susiddha) e estados perigosos (ari, mṛtyu), com advertências explícitas para evitar indicadores de inimigo ou morte em qualquer empreendimento. Uma taxonomia paralela associa grupos fonéticos a seres (devas, daityas, nāgas, gandharvas, ṛṣis, rākṣasas, piśācas e humanos), estabelecendo uma escala comparativa de “força” e reforçando a contenção dhármica: o forte não deve oprimir o fraco. Depois, acrescenta o método do «Tārā-cakra»: determinar o nakṣatra pela sílaba inicial do nome e calcular o resultado pela contagem de mātrā e divisão por vinte, gerando categorias como janma, sampat, vipat, kṣema etc. Por fim, fornece os pareamentos de amizade e hostilidade entre signos (rāśi-maitrī) e adverte contra servir sob um signo tido como “amigo”, integrando estratégia relacional e técnica preditiva.
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The chapter emphasizes cakra-construction and computation rules: a 35-cell grid using vowels and sparśa letters for the Sevā-cakra, and a Tārā-cakra method based on mātrā counting within the name followed by division by 20 to obtain the remainder as the phala-category.
It frames predictive technique as dharma-guided decision support: avoid destructive indicators (ari/mṛtyu), cultivate beneficial alliances, and apply strength ethically (do not oppress the weak), thereby aligning worldly action (bhukti) with moral discipline that supports higher spiritual aims (mokṣa).
Sampat-tārā is praised as highly auspicious; Kṣema-tārā is favorable for all works; Vipat-tārā is described as fruitless/inauspicious; Janma-tārā is explicitly called inauspicious; and Artha-nāśinī is said to cause loss of wealth.
It uses varṇa-vibhāga as an interpretive hierarchy for outcomes and relative ‘strength’ in interactions, turning phonetics into a symbolic cosmology that informs compatibility, risk assessment, and ethical restraint.